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	<title>Doutor JuNiOr</title>
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	<description>Venturas e desventuras de um estudante de medicina</description>
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		<title>Thriller</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 14:30:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JuNiOr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pop]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Jackson]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Thriller]]></category>
		<category><![CDATA[video]]></category>

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		<description><![CDATA[
Como hoje todos os grandes portais, jornais, blogs e sites de notícias estarão com suas atenções voltadas para o aniversário de um ano da morte de Michael Jackson, resolvi deixar as retrospectivas de lado e prestar uma homenagem muito particular ao rei do pop falando de seu mais bem-sucedido projeto. Lançado no finalzinho de 1982, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://doutorjunior.com/wp-content/uploads/2010/06/1983_michael-jackson4.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-107" title="Michael Jackson and Zoombies" src="http://doutorjunior.com/wp-content/uploads/2010/06/1983_michael-jackson4.jpg" alt="Thriller" width="450" height="300" /></a></p>
<p>Como hoje todos os grandes portais, jornais, blogs e sites de notícias estarão com suas atenções voltadas para o aniversário de um ano da morte de Michael Jackson, resolvi deixar as retrospectivas de lado e prestar uma homenagem muito particular ao rei do pop falando de seu mais bem-sucedido projeto. Lançado no finalzinho de 1982,<strong> Thriller</strong> não foi um sucesso imediato como muitos acreditam hoje em dia &#8211; sua trajetória ascendente só começaria com o lançamento de seu segundo single, <strong>Billie Jean</strong>, em janeiro de 1983. Mas não é do album em si que quero falar e sim do lendário videoclipe da faixa-título, que revolucionou o gênero e catapultou Jackson ao topo da cena pop, onde se mantém até hoje, mesmo após sua trágica morte.</p>
<p>Decorridos quase trinta anos, é humanamente impossível para alguém que era muito pequeno na época descrever o impacto causado no dia da estréia, mas uma coisa de que nunca me esqueci foi a expressão de choque estampada no rosto das amigas de minha irmã que se reuniram em minha casa para assistir à primeira exibição do videoclipe na televisão brasileira &#8211; como naqueles idos de 84 ainda não havia <strong>MTV</strong> por aqui, o pessoal tinha que se contentar com o hoje extinto programa <strong>Clip Trip</strong>, espécie deversão pré-histórica do <strong>Disk MTV</strong>, que passava na <strong>TV Gazeta</strong>.</p>
<p>Embora fosse ainda uma criança, confesso que as garotas não foram as únicas a ficarem passadas com tudo o que tinham acabado de ver &#8211; durante muito tempo o video de Thriller exerceu um fascínio tão grande sobre mim que, ao mesmo tempo em que sentia medo, muito medo, não conseguia desgrudar os olhos da tv.</p>
<p>Depois de Thriller, Jackson passou todo o resto de sua carreira tentando repetir o mesmo êxito, sem sucesso &#8211; o que não quer dizer que não tenha produzido coisas boas de lá para cá: <strong>Bad</strong>, <strong>Black Or White</strong>, <strong>Scream</strong>, entre tantos outros, são videoclipes fantásticos mas, ao final de cada um deles, fica sempre aquela sensação de que faltou um algo a mais. Mesmo o obscuro <strong>Ghosts</strong>, considerado por muitos como uma reedição de Thrillher, a despeito de um orçamento infinitamente maior e de toda a tecnologia da época, ficou a anos luz do original.</p>
<p>Thriller foi um daqueles momentos únicos em que as pessoas certas estavam no lugar certo, na hora certa &#8211; Rod Temperton por ter composto a canção, Quincy Jones por sua produção impecável e principalmente Michael Jackson que tirou leite de pedra ao ao buscar na fraquíssima letra da música inspiração para aquele que se tornaria o videoclipe mais famoso de todos os tempos.</p>
<p>Por isso, e por todos os sustos da minha infância, serei eternamente grato ao <strong>Rei do Pop</strong>.</p>
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		<title>Direto do país do futebol</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 20:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JuNiOr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[2014]]></category>
		<category><![CDATA[Betinho]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Dorothy Stang]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>

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		<description><![CDATA[
Se tem um evento que eu odeio é Copa do Mundo. Acho um absurdo um país inteiro parar por causa de uma partida de futebol.
O que dizer então do tratamento dispensado aos jogadores? O que é aquela bajulação da imprensa tratando-os  como se fossem heróis prestes a realizar a maior missão de suas vida &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://doutorjunior.com/wp-content/uploads/2010/06/chico_dorothy_betinho1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-98" title="chico mendes dorothy stang betinho" src="http://doutorjunior.com/wp-content/uploads/2010/06/chico_dorothy_betinho1.jpg" alt="Chico Mendes Dorothy Stang Betinho" /></a></p>
<p>Se tem um evento que eu odeio é <strong>Copa do Mundo</strong>. Acho um absurdo um país inteiro parar por causa de uma partida de futebol.</p>
<p>O que dizer então do tratamento dispensado aos jogadores? O que é aquela bajulação da imprensa tratando-os  como se fossem heróis prestes a realizar a maior missão de suas vida &#8211; salvar a pátria?</p>
<p>Que me desculpem <a href="http://twitter.com/#search?q=CALA%20BOCA%20GALVAO" target="_blank"><strong>Galvão Bueno</strong></a> e <strong>Fátima Bernardes</strong>, mas herói pra mim era o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Herbert_Jos%C3%A9_de_Sousa" target="_blank">Betinho</a>, a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dorothy_Stang" target="_blank">Dorothy Stang</a>, o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chico_Mendes" target="_blank">Chico Mendes</a>. Esses sim abriram mão de sua vida pessoal para lutar por algo maior, pelo bem da coletividade</p>
<p>Não consigo entender porque devo idolatrar essa molecada que ganha milhões pra correr atrás de uma bola ao longo de noventa minutos. Não consigo entender o que isso muda em minha vida&#8230;</p>
<p>Talvez até mude alguma coisa. Pra pior, afinal, todo esse bafafá em cima da Copa só serve pra reforçar a imagem de país do samba e do carnaval que o Brasil tem lá fora &#8211; e a gente que se foda!</p>
<p>Hoje, por exemplo, deixei de pagar uma conta porque o banco fechou mais cedo para os funcionários assistirem à partida do Brasil contra a Coréia do Norte.</p>
<p>Até aí tudo bem, não fosse o fato de a conta vencer nesse mesmo dia&#8230;</p>
<p>E agora? Quem é que vai arcar com o meu prejuízo? Dunga? Kaká? Robinho?</p>
<p>Tenho até medo de pensar como vai ser quando essa porra acontecer <a href="http://www.copa2014.org.br/" target="_blank">aqui, em 2014</a>.</p>
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		<title>O Fenômeno Alejandro</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 12:24:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JuNiOr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pop]]></category>
		<category><![CDATA[Alejandro]]></category>
		<category><![CDATA[Lady GaGa]]></category>
		<category><![CDATA[Madonna]]></category>
		<category><![CDATA[video]]></category>

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		<description><![CDATA[Somente agora consegui assistir Alejandro. Depois dos incríveis Paparazzi e Bad Romance, achava difícil Lady Gaga conseguir me surpreender novamente com um videoclipe, mas a verdade é que ela conseguiu.
Diferente de Christina Aguilera, que em seu recente Not Myself Tonite copiou sequências inteiras de clipes de Madonna, Gaga jogou no liquidificador clássicos como Express Yourself [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Somente agora consegui assistir Alejandro. Depois dos incríveis <a title="Paparazzi" href="http://www.youtube.com/watch?v=d2smz_1L2_0" target="_blank">Paparazzi</a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=qrO4YZeyl0I&amp;feature=channel" target="_blank">Bad Romance</a>, achava difícil <strong>Lady Gaga</strong> conseguir me surpreender novamente com um videoclipe, mas a verdade é que ela conseguiu.</p>
<p>Diferente de <strong>Christina Aguilera</strong>, que em seu recente <strong>Not Myself Tonite</strong> copiou sequências inteiras de clipes de <strong>Madonna</strong>, Gaga jogou no liquidificador clássicos como <a href="http://www.youtube.com/watch?v=GsVcUzP_O_8" target="_blank">Express Yourself</a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=GuJQSAiODqI&amp;feature=channel" target="_blank">Vogue</a>, misturou algumas referências a sexualidade, política, religião e <strong>Michael Jackson</strong> e filtrou tudo através de uma estética surrealista que resultou numa pequena obra de arte.</p>
<p>Como não poderia deixar de ser, Alejandro vem batendo sucessivos recordes de exibição e caminha a passos largos para se tornar o vídeo mais assistido na internet, com inacreditáveis <a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2010/06/09/250996-diretor-steven-klein-fala-sobre-novo-clipe-de-lady-gaga-alejandro" target="_blank">4 milhões de exibições apenas em seu primeiro dia</a>!</p>
<p>Bem que Madonna poderia pegar algumas lições com <a href="http://musica.terra.com.br/interna/0,,OI4446253-EI1267,00.html">sua pupila</a> pra (re)aprender que mesmo <a href="http://www.billboard.com/new-releases/lady-gaga-alejandro-1004083871.story#/song/lady-gaga/alejandro/15598432" target="_blank">músicas com letras bobinhas conseguem chegar aos primeiros lugares das paradas</a> se apoiadas em bons videoclipes. Alejandro é a melhor prova disso:</p>
<p><span class="youtube">
<object width="425" height="344">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/niqrrmev4mA&amp;rel=0&amp;color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;autoplay=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0" />
<param name="allowFullScreen" value="true" />
<embed wmode="transparent" src="http://www.youtube.com/v/niqrrmev4mA&amp;rel=0&amp;color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;autoplay=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed>
<param name="wmode" value="transparent" />
</object>
</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=niqrrmev4mA">www.youtube.com/watch?v=niqrrmev4mA</a></p></p>
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		<title>O discman não morreu</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 03:14:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JuNiOr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[discman]]></category>
		<category><![CDATA[iPod]]></category>
		<category><![CDATA[MP3]]></category>
		<category><![CDATA[Sony]]></category>

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		<description><![CDATA[Não acreditei quando entrei no ônibus hoje e me deparei com um rapaz ouvindo música num discman! Meu Deus, há quanto tempo eu não via um discman!?
Criado em 1984 para substituir o popularíssimo walkman, da mesma Sony, somente na década seguinte o discman cairia no gosto da molecada. Para a época era uma verdadeira inovação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não acreditei quando entrei no ônibus hoje e me deparei com um rapaz ouvindo música num discman! Meu Deus, há quanto tempo eu não via um discman!?</p>
<p><a href="http://doutorjunior.com/wp-content/uploads/2010/06/discman.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-76" title="discman" src="http://doutorjunior.com/wp-content/uploads/2010/06/discman-300x253.jpg" alt="O primeiro discman" width="300" height="253" /></a><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Discman">Criado em 1984</a> para substituir o popularíssimo walkman, da mesma Sony, somente na década seguinte o discman cairia no gosto da molecada. Para a época era uma verdadeira inovação poder carregar seus cds preferidos para cima e para baixo sem a necessidade de ficar gravando músicas em fitas k7.</p>
<p>Confesso que aquela visão mexeu comigo. Por um instante voltei no tempo e me lembrei de quando ganhei meu primeiro &#8220;tocador de cds portátil&#8221;, comprado em suaves prestações no Mappin, no longínquo ano de 1994. Todo mundo queria ter um e eu fazia questão de exibir o meu com orgulho &#8211; o único inconveniente era a quantidade absurda de pilhas que ele consumia.</p>
<p>Como o advento do iPod no início dos anos 2000 e a conseqüente popularização dos tocadores de MP3 ao longo da década, o outrora inovador discman se tornou obsoleto e praticamente desapareceu&#8230; Isso até ressurgir num coletivo em pleno coração da floresta amazônica. Seria um fenômeno local?<strong></strong></p>
<h5><strong>PS &#8211; </strong>O discman aí da foto não é o meu, e sim o primeiro modelo lançado pela Sony, o D-50, em meados da década de 1980. O meu era mais muderno. <img src='http://doutorjunior.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':-P' class='wp-smiley' /> </h5>
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		<title>Parada Gay ou carnaval fora de época?</title>
		<link>http://doutorjunior.com/parada-gay-ou-carnaval-fora-de-epoca/</link>
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		<pubDate>Sun, 06 Jun 2010 11:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JuNiOr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sampa]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[gay]]></category>
		<category><![CDATA[Parada Gay]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Acontece hoje em São Paulo a Parada do Orgulho Gay, cujo tema, muito propício em ano de eleição, é &#8220;Vote Contra a Homofobia: Defenda a Cidadania&#8221;. A festa, que chega combalida à sua 14ª edição, luta para desvencilhar-se do estigma de carnaval fora de época que adquiriu nos últimos tempos e promete uma série de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://doutorjunior.com/wp-content/uploads/2010/06/conjunto_nacional.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-102" title="conjunto_nacional" src="http://doutorjunior.com/wp-content/uploads/2010/06/conjunto_nacional-300x225.jpg" alt="Parada Gay de São Paulo" width="300" height="225" /></a>Acontece hoje em São Paulo a Parada do Orgulho Gay, cujo tema, muito propício em ano de eleição, é &#8220;Vote Contra a Homofobia: Defenda a Cidadania&#8221;. A festa, que chega combalida à sua 14ª edição, <a href="http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2010/06/05/parada-gay-de-sao-paulo-troca-bandeira-arco-iris-por-preto-e-branco.jhtm">luta para desvencilhar-se do estigma de carnaval fora de época que adquiriu nos últimos tempos e promete uma série de mudanças visando retomar o caráter de protesto e luta pelos direitos</a>, deixados de lado em anos anteriores.<span id="more-67"></span></p>
<p>Eu, particularmente, acho uma grande bobagem esse negócio de mudança, até porque as semelhanças entre ambas as manifestações &#8211; a parada e o carnaval &#8211; são tantas que fica impossível desvencilhar a imagem de uma da outra. Isso sem na enorme visibilidade que, sem o clima festivo, não existiria.</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Carnaval_do_Brasil#Origens_brasileiras" target="_blank">Assim como o carnaval</a>, a Parada do Orgulho LGBT (o nome oficial, politicamente correto) é um evento de natureza elitista posteriormente assimilado pelo povão &#8211; <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Parada_do_Orgulho_LGBT_de_S%C3%A3o_Paulo#P.C3.BAblico_presente" target="_blank">segundo dados da Polícia Militar</a>, em sua primeira edição, em 1997, a parada reuniu pouco mais de 2000 pessoas, enquanto que em 2006 esses números saltaram para quase 3 milhões de participantes.</p>
<p>Se no final dos anos 1990 era possível reconhecer entre os figurões da Parada Gay (prefiro assim) artistas, intelectuais e formadores de opinião,o que se vê em suas últimas edições é a disputa por um lugar nos holofotes entre gays, lésbicas, travestis, celebridades de quinta, manos e minas e até animais de estimação.</p>
<p>Longe de ser um retrocesso, essa mudança de público representa uma evolução de um evento que saiu do gueto e hoje acolhe pessoas de todas as classes sociais. É o Brasil mostrando a sua cara.</p>
<p>Os organizadores, por sua vez, deveriam relaxar e se divertir um pouco. Se eles tem um ano inteiro para correr atrás de seus direitos e atuarem junto aos representantes governamentais, pra quê deixar tudo pro dia da festa?</p>
<p>A parada deveria ser o momento para celebrar as conquistas e não para lutar por elas &#8211; pra isso existem os outros 364 dias do ano.</p>
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		<title>Manaus &#8211; Segundas Intenções</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 03:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JuNiOr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Na Real]]></category>
		<category><![CDATA[lei da oferta e da procura]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Turistas]]></category>

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		<description><![CDATA[
No famigerado filme Turistas, um dos personagens diz a outro que gostaria de ir para Belém porque lá, segundo ele, existem 10 mulheres para cada homem. Se é verdade eu não sei, porque nunca estive em Belém, mas se ele estivesse falando de Manaus estaria certíssimo: basta andar pelas ruas para perceber que elas dominam.
Mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://doutorjunior.com/wp-content/uploads/2010/06/turistas-movie.jpg"><img class="size-full wp-image-48 aligncenter" title="turistas-movie" src="http://doutorjunior.com/wp-content/uploads/2010/06/turistas-movie.jpg" alt="Filme Turistas" width="481" height="264" /></a></p>
<p>No famigerado filme <a title="Turistas" href="http://www.adorocinema.com/filmes/turistas" target="_blank">Turistas</a>, um dos personagens diz a outro que gostaria de ir para Belém porque lá, segundo ele, existem 10 mulheres para cada homem. Se é verdade eu não sei, porque nunca estive em Belém, mas se ele estivesse falando de Manaus estaria certíssimo: basta andar pelas ruas para perceber que elas dominam.</p>
<p>Mas o que poderia significar uma vantagem para o time feminino na eterna &#8220;guerra dos sexos&#8221; acaba se revelando uma verdadeira armadilha: como são maioria, a concorrência entre elas na disputa pelos (poucos) exemplares do sexo oposto  chega a ser desleal, obrigando-as a adotar uma postura mais agressiva no &#8220;campo de batalha&#8221;.</p>
<p>Dia desses, por exemplo, fui abordado na rua por uma menina do alto dos seus 14, 15 anos, linda, me oferecendo drops. Tomei um susto e, antes que eu esboçasse qualquer reação, rapidamente ela mudou o rumo da conversa e começou a elogiar meus atributos físicos! Percebendo o terreno perigoso para o qual a conversa começava a se encaminhar, tratei de dispensá-la e segui em frente.</p>
<p>Enquanto me afastava ainda pude ouvir seu inacreditável comentário: <em>&#8220;só pode ser viado&#8221;</em>.</p>
<p>E olha que essa não foi a primeira vez que sofri esse tipo de abordagem &#8211; já aconteceu no ônibus, no banco da praça e até numa balada, quando uma garota veio me intimar a tirá-la pra dançar (acredite, aqui ainda se dança de rostinho colado!).</p>
<p>Meus amigos de São Paulo se racharam de rir quando contei-lhes essas histórias &#8211; meu pai, particularmente, mostrou-se interessadíssimo em conhecer a zona franca -, ao contrário dos colegas de faculdade que, curiosamente, acharam tudo muito natural, banal até. Daí conclui-se que, como na famosa <a title="Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_da_oferta_e_da_procura" target="_blank">lei da oferta e da procura</a>, quando a oferta de um produto se sobrepõe sobre a demanda ele tende a se desvalorizar. Ou, como diria meu avô, &#8220;quando a esmola é demais, o santo desconfia&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Dia Seguinte</title>
		<link>http://doutorjunior.com/o-dia-seguinte/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 13:30:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JuNiOr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Na Real]]></category>
		<category><![CDATA[Cheetos]]></category>
		<category><![CDATA[custo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Lily Allen]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>

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		<description><![CDATA[Somente quando o avião levantou vôo e a cidade foi ficando pequena lá embaixo é que me dei conta de que eu estava indo embora de São Paulo.
Engraçado como ao longo dos 3 dias que antecederam a viagem eu achava que quando esse momento chegasse eu fosse ficar uma pilha de ansiedade ou desmoronar em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Somente quando o avião levantou vôo e a cidade foi ficando pequena lá embaixo é que me dei conta de que eu estava indo embora de São Paulo.</p>
<p>Engraçado como ao longo dos 3 dias que antecederam a viagem eu achava que quando esse momento chegasse eu fosse ficar uma pilha de ansiedade ou desmoronar em lágrimas por tudo o que estava deixando pra trás mas, ao contrário, não senti absolutamente nada.</p>
<p>O dia seguinte é que foi mais difícil.</p>
<p>Depois de uma noite infernal, embalado por incertezas e pelo barulho insurdecedor do ar condicionado, tive que reunir o pouco de forças que me restavam, levantar da cama e enfrentar o mundo lá fora.</p>
<p>Morto de fome, resolvi sair para comer alguma coisa &#8211; antes tivesse ficado no hotel e devorado o pacote de Cheetos que trouxera na bolsa. Levei R$ 20 pensando que ainda seria muito mas, para minha surpresa, não deu nem pra fazer metade do estrago que eu pretendia.</p>
<p>Momento constatação: <strong>em Manaus tudo é mais caro</strong>! Depois de um início de parada cardíaca por ter desembolsado R$ 8 num mísero misto quente acompanhado de um suco de laranja mais quente ainda, qual não foi minha surpresa ao pedir um maço de cigarros que custa R$ 3,75 na tabela e o moço me cobrar por ele R$ 5!!!</p>
<p>O pior foi que, quando questionei o preço, o fdp me respondeu que se eu quisesse levar o preço era aquele mesmo!!! Mais tarde eu viria a saber que, na maioria dos estabelecimentos comerciais daqui, o cigarro é vendido no câmbio negro.</p>
<p>Voltei pra casa pior do que havia saído, R$ 13 mais pobre e ainda com fome. Enquanto devorava o pacote de Cheetos ao som de Lily Allen, a certeza de que não ficaria nessa cidade voltou a martelar minha cabeça.</p>
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		<title>Manaus &#8211; Primeiras Impressões</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 15:17:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JuNiOr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Na Real]]></category>
		<category><![CDATA[barata]]></category>
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		<description><![CDATA[Desembarquei no Amazonas com uma febre de 38º. Impossível saber se o suor que me escorria testa abaixo se devia à elevada temperatura do corpo ou ao calor infernal que faz normalmente por aqui.
A primeira, das muitas surpresas que se seguiriam ao longo de meu desembarque, foi constatar que o aeroporto de Manaus era menor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desembarquei no Amazonas com uma febre de 38º. Impossível saber se o suor que me escorria testa abaixo se devia à elevada temperatura do corpo ou ao calor infernal que faz normalmente por aqui.</p>
<p>A primeira, das muitas surpresas que se seguiriam ao longo de meu desembarque, foi constatar que o aeroporto de Manaus era menor que os terminais de ônibus em São Paulo.</p>
<p>A segunda, e talvez a maior das surpresas, foi descobrir que, à despeito de a cidade estar encravada no coração da Floresta Amazônica, o contato com a natureza é mínimo por aqui.</p>
<p>Também me surpreendi com a sujeira nas ruas, o trânsito maluco e o elevado número de baratas esmagadas que vi pela maioria dos lugares por onde passei.</p>
<p>No primeiro momento em que me vi sozinho, trancado no quarto de hotel, chorei feito criança. Manaus não era nada daquilo que eu havia imaginado e um único pensamento me martelava a cabeça: &#8220;<em>não vou ficar nesse lugar</em>&#8220;, &#8220;<em>não vou ficar nesse lugar</em>&#8220;&#8230;</p>
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		<title>Inimigo Meu</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 01:16:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JuNiOr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na Real]]></category>
		<category><![CDATA[Ano Novo]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[resoluções]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo final de ano é sempre a mesma coisa: correria, trânsito, stress, falta de tempo, descuido da balança e um clima de falsa euforia que chega a irritar.
Esse ano a notícia da morte de um antigo desafeto de maneira trágica veio quebrar esse turbilhão de emoções que antecedem o período de festas e me trazer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo final de ano é sempre a mesma coisa: correria, trânsito, stress, falta de tempo, descuido da balança e um clima de falsa euforia que chega a irritar.</p>
<p>Esse ano a notícia da morte de um antigo desafeto de maneira trágica veio quebrar esse turbilhão de emoções que antecedem o período de festas e me trazer de volta à realidade.</p>
<p>Não convém revelar aqui o motivo de nossas desavenças, mas &#8211; que se dane o politicamente correto &#8211; cabe registrar que eu nunca odiei tanto alguém como odiei esse cara. E tenho certeza de que a recíproca é (ou era, sei lá) verdadeira.</p>
<p>Engraçado como jamais me passou pela cabeça que uma notícia dessas fosse mexer tanto comigo, mas a verdade é que mexeu.</p>
<p>Difícil descrever o que sinto. Dificil engolir o nó na garganta.</p>
<p>Descanse em paz, C.</p>
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		<title>Mudança</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 09:42:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JuNiOr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Na Real]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Sampa]]></category>

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		<description><![CDATA[Como todo bom paulistano, nunca cogitei a idéia de sair de São Paulo. A despeito de todos os problemas comuns a qualquer metrópole como Paris, Londres, Nova Iorque, acho que no final das contas os pontos positivos superam os negativos.
Por outro lado, de uns tempos pra cá vinha sentindo uma grande inquietação, uma necessidade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como todo bom paulistano, nunca cogitei a idéia de sair de São Paulo. A despeito de todos os problemas comuns a qualquer metrópole como Paris, Londres, Nova Iorque, acho que no final das contas os pontos positivos superam os negativos.</p>
<p>Por outro lado, de uns tempos pra cá vinha sentindo uma grande inquietação, uma necessidade de mudança que eu não conseguia enxergar direito para onde iria me levar. Nada mais me atraía, nada mais me motivava&#8230; Foi aí que surgiu a oportunidade de continuar meus estudos na Amazônia.</p>
<p>Ninguém acreditou quando contei. Até eu custei a acreditar &#8211; todas aquelas histórias de insetos, serpentes gigantes e peixes que se alojam no canal urinário masculino sempre me fizeram colocar a floresta amazônica dentre as últimas opções de meus roteiros de viagem , o que dizer então de morar?</p>
<p>Pra piorar ainda mais, eu teria menos de uma semana pra me decidir, pois deveria me apresentar na faculdade dali a 5 dias&#8230; Pânico.</p>
<p>Não precisei de mais que 5 minutos. Após a confirmação da existência da vaga, fuçando nos sites das companhias áreas encontrei a passagem por um preço incrível e o resultado é que 3 dias depois lá estava eu, embarcando para o desconhecido&#8230; Mas isso é história pra outro post.</p>
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