Desembarquei no Amazonas com uma febre de 38º. Impossível saber se o suor que me escorria testa abaixo se devia à elevada temperatura do corpo ou ao calor infernal que faz normalmente por aqui.
A primeira, das muitas surpresas que se seguiriam ao longo de meu desembarque, foi constatar que o aeroporto de Manaus era menor que os terminais de ônibus em São Paulo.
A segunda, e talvez a maior das surpresas, foi descobrir que, à despeito de a cidade estar encravada no coração da Floresta Amazônica, o contato com a natureza é mínimo por aqui.
Também me surpreendi com a sujeira nas ruas, o trânsito maluco e o elevado número de baratas esmagadas que vi pela maioria dos lugares por onde passei.
No primeiro momento em que me vi sozinho, trancado no quarto de hotel, chorei feito criança. Manaus não era nada daquilo que eu havia imaginado e um único pensamento me martelava a cabeça: “não vou ficar nesse lugar“, “não vou ficar nesse lugar“…
2 Comentários
jessica
10 June, 2010 às 14:29
Eu acho que você não tinha dinheiro para ficar em um hotel que preste desculpa mais tudo isso que você ta falando e uma mentira,desculpa mais você que não soube aproveita a natureza acho que você e doido,sabe pq aonde vai ter mato no meio de um aeroporto????naturaza so na cidade proxima de manaus e um cidade e não um natureza…entedeu…e qundo vim novamnete para mnaus me liga q te mostro que tudo que flou e um mentira….
JuNiOr
10 June, 2010 às 21:48
Tem certeza que você leu o meu texto?